domingo, 25 de setembro de 2011
Cinza
... perdeu-se a cor do dia que, indeciso se fazia sol ou se deixava chover, já havia acordado meio cinza. Dos olhos embaçados, escorriam lágrimas que pareciam nunca mais parar... e ela pedia a Deus que lhe desse força porque a dor nunca tinha doído tanto, porque a gente nunca sabe o que fazer quando dói... restava agora saber encontrar um caminho, que lhe devolvesse o que ficou perdido em algum lugar e que não lhe tirasse mais nada, ao menos por enquanto...
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